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13 de novembro de 2009
ATIVIDADE DE HISTÓRIA: 6º ANO Expansão do Império Romano (27 A.C/ 476)

“TUPI or not TUPI”.

12 de novembro de 2009
Museu Nacional. 6o. Ano Escola Degrau
Confira esta visita e aula de História por exposições que retratam a cultura indígena, a antiguidade, e a paleontologia!
Museu Nacional com o 7o Ano da Escola Degrau
Confira esta visita as novas exposições do Museu Nacional. O vídeo apresenta, "Os portugueses pelo mundo", "A vida de Joaquim Nabuco", "Tapeçarias francesas" e as pectos do "Oriente". Não percam!
11 de novembro de 2009
SESSÃO DOCUMENTOS HISTÓRICOS: A Noiva Chinesa em Batavia

Marcha dos Direitos Civis em Washington, DC: Dr. Martin Luther King, Jr., presidente da Conferência de Liderança Cristã Sulista.

OLHARES ETNOGRÁFICOS: a nova coluna do Blog Pensando Alto! Confira!

10 de novembro de 2009
Aluno José Lucas. 6º Ano da Escola Degrau. Relatório do filme: O Gigante de Maratona.

Aluna Maria Luisa 6º Ano da Escola Degrau Resenha do filme: “Gladiador”.

15 de setembro de 2009
ESPECIAL MITOLOGIA GREGA:
Em edição especial, o Blog Pensando Alto selecionou dois artigos sobre Mitologia grega, além de reservar o espaço da Coluna Fatos e Fotos para relacionar mitologia e o zodíaco.Aproveitem!
Caso os leitores queriam buscar mais sobre o assunto, segue abaixo a referência bibliográfica utilizada nos artigos e temas postados no Blog Pensando Alto.
Referência bibliográfica:
COMMELIN. P. Nova Mitologia Grega e Romana. Editora Italiana: BH, 1983. Edição Limitada.
O Olimpo.

As Górgonas. O mito de Medusa.

HOMENAGEM aos 100 anos de Burle Marx!
Roberto Burle Marx nasceu em São Paulo, em 4 de junho de 1909. Ao longo de sua trajetória, ficou conhecido mundialmente como arquiteto e paisagista em função de seus grandes projetos.
Burle Marx morou a maior parte de sua vida no Rio de Janeiro, e foi na cidade maravilhosa de onde saíram projetos ousados como o aterro do Flamengo, a cidade universitária popularizada como ilha do Fundão, e o sítio particular, localizado em Pedra de Guaratiba, local onde ele e os amigos experimentavam pratos exóticos, dos quais o próprio Burle Marx gostava de preparar.
Além de paisagista, a pintura se demonstrava como um hobbie importante para Burle Marx, visto que durante a juventude, enquanto morou na Alemanha com a família, ele pode visitar exposições de pintores consagrados como Van Gogh, Picasso e Matisse.
Aqui neste espaço, dedicamos uma singela homenagem a este grande artista que ao longo de sua vida criou e projetou belezas pelo mundo, e mesmo vindo a falecer em 4 de junho de 1995, permanece em nossas memórias por meio do respeito ao meio ambiente e pela arte.
Parabéns Burle Marx pelos seus 100 anos de criatividade!
Vídeo Guerras Médicas!
Em mais um Trabalho Equipe Professor, as meninas do 6º. Ano da Escola Beit Menachem apresentam em forma de teatro e maquetes as batalhas entre gregos e persas ocorridas sob o comando de Dario I e seu filho Xerxes, no período de 490 a.C a 479 A.C.
Batalhas famosas como: Maratona (490 A.c) – chefiada por Dario I contra o general Fidipides de Atenas; Termópilas (480 A.c) – conhecida como a batalha dos 300 de Esparta entre Leônidas e Xerxes, os conflitos de Artemísia (480 A.c), Salamina (480 A.c) e Platéia (479 A.c), são narrados por essas jovens estudantes com humor, e suas percepções e interpretações sobre o que aprenderam em aula.
Confiram!
Escola Beit Menachem 7º Ano aluno Moíse Azulay. Bar Mizvá.

A vida de Cleópatra Por Maria Eduarda, Escola Degrau, 6º Ano.

Escola Beit Menachem 7º Ano aluno Yossef Beuthner O tomate e sua história

13 de agosto de 2009
Os Navegadores do século XV. Relatos e diário de bordo de europeus que viveram neste período!
A atividade dos "Navegadores do século XV" realizada na Escola Beit Menachem, com o 7o. ano, consistiu em uma dinâmica onde o aluno vivencia no teatro e no trabalho lúdico o ambiente histórico e as expeiências dos navegadares europeus aprendidas em sala de aula, por meio da criação de um diário de bordo. Rotas, monstros, medos, ilhas desconhecidas e habitantes de culturas diferentes são contados pelos alunos como histórias que procuraram reconstrtuir a rotina de um personagem de época. Confiram!
O Renascimento Cultural europeu (XIV/XVI)

DOCUMENTOS HISTÓRICOS. Título: Grabo: O Negro do Armistad , por Wm. H. Townsend.

DICA DE LEITURA:Conheça o livro: o “Vampiro que descobriu o Brasil” de Ivan Jaf.

14 de junho de 2009
Interpretação de imagens. Expansão Marítima (XV/XVI). “Medo e vitória nos Mares”.

Interpretação de imagens. Egito Antigo: o mistério das múmias, pirâmides e deuses.
Paraty: uma viagem pelo tempo.

13 de junho de 2009
Diário de Bordo. Leonardo Freitas e Igor Dantas. 7º Ano Escola Degrau

Relatório do filme: “1492: a conquista do paraíso”. (Ridley Scoot). Parte I: viagem de Colombo. Aluno Paulo Emmery - 7º Ano. Escola Degrau.

Festa do Brejal.

27 de abril de 2009
TRABALHANDO COM IMAGENS: o Estado Nacional Absolutista (XV/XVI)

Hinduismo: religião e devoção ao panteão politeísta.
O mundo religioso hinduísta é composto por uma vasta existência de deuses, no qual a figura feminina e masculina, o bem e o mal se alternam como forma de explicar o surgimento da Terra, do fogo, das águas, do ar e do céu.
Os rituais hinduístas estão associados a crença de que o homem é o responsável pelo seus feitos na Terra, é só ele e suas ações serão capazes de livra-los do Karma - os ciclos que degeneram e complicam a passagem do homem na terra. O envolvimento com os deuses está relacionado ao fato destes serem os únicos que conseguem restabelecer a perfeição e a purificação humana no mundo, e por isso devem ser consagrados por meio de sacrifícios e ritos, que possibilitam que as dores das reencarnações sejam suavizadas, e quem sabe superadas.
Segundo os hinduístas, o homem, a natureza, e as divindades interagem de forma direta. A partir do século IV a. C, o Trimitu - as três formas que dominam o universo são as divindades de Brama, Vishu e Shiva.
O deus Brama se move como o protagonista do cosmo, o que domina o sol, o tempo e o espaço. O deus Vishu aparece como o senhor da providência, que se manifesta na terra a partir de várias formas sublinhando a função de juiz das reencarnações humanas. O deus Shiva representa a expansão, a terra, o ar e o céu, e desta forma completa a tríade dos deuses que comandam o universo.
Contrapondo a idéia masculina, as deusas femininas também são muito importantes no hinduismo. Pavarti, por exemplo, é a esposa de Shiva e é vista como a Grande Mãe, adquirindo a função de uma esposa meiga e devotada. Deste casamento nasce Ganesha: o deus com cara de elefante, que representa a importância do rio Ganges na vida do indiano. No entanto, as deusas também podem assumir formas perversas como a deusa Kali – devastadora e impulsiva.
No panteão politeísta hindo, os deuses se recriam e fundamentam as mais variadas praticas religiosas.o simbolismo, a adoração à imagens e a superstição são características da fé hinduísta, o que garante em meio a dedicação religiosa diária, o florescimento representado pela flor de lótus.
A reencarnação é o ponto chave para compreensão da religião, e durante muito tempo associada ao Karma justificou as desigualdades sociais na Índia. Por exemplo, a pobreza não é sinônimo de um momento ou falta de oportunidade, e sim, algo que deve ser suportado ao longo da passagem do individuo na terra para ser modificada na próxima encarnação.
Atividade:
Assista ao vídeo proposto e leia o texto. Agora descreva em um parágrafo o que você entendeu sobre a religião hinduísta.
Buda e o nirvana: a salvação do ciclo das reencarnações.
A vida de Buda era regada de luxos e de riquezas. O ciclo de ritos e orações para aliviar o peso da reencarnação como forma de algum dia abandonar a passagem pela Terra e alcançar a luz divina era algo que o incomodava.
Um belo dia, Buda resolveu sair de seu palácio e observar a vida exterior. Foi então que percebeu que as diferenças sociais, as desigualdades e o próprio retorno da alma a vida terrena não eram exigências divinas, e sim, obra da própria ação humana.
Buda percebeu que a luz divina, entendida como o Nirvana, só se daria a partir do desapego as coisas mundanas, ou seja, ao supérfluo material, que se encarregava de prender o homem ao ciclo de reencarnações que parecia interminável. Desta maneira, resolveu abandonar sua vida anterior e meditar em cima de uma árvore buscando desta maneira o Nirvana e o equilíbrio absolto.
Desta maneira nasceu o budismo, que baseia-se nos seguintes ensinamentos deixados por Buda:
• “A vida é sofrimento.
• O desejo causa o sofrimento.
• O Nirvana favorece o fim do sofrimento.
• É possível atingir o Nirvana segundo os ensinamentos de Buda”.
A historia de Buda foi responsável pelo fim do sofrimento das reencarnações ensinado pela religião hinduísta como algo sem fim. Neste sentido, o homem se coloca a mercê de sua própria salvação por meio de seus atos e do desapego das coisas materiais. Esse seria o caminho para o Niravana, o único meio de atingir a luz divina e não voltar mais à terra.
Atividade:
Leia o texto e assista ao vídeo sobre o budismo. Agora escrava em um parágrafo o que você entendeu sobre a religião budista.
26 de abril de 2009
Projeto: “Além das fronteiras da escola. Pensando a universidade”.
Pensar a universidade enquanto um campo de conhecimento responsável por amadurecer as habilidades de um jovem transformando-o em um profissional apto para o mercado de trabalho, demanda muita vivencia e experiência individual. No entanto, a chegada na universidade tem acontecido cada vez de forma mais precoce, exigindo de nossos adolescentes uma escolha que definirá uma jornada de trabalho quando forem adultos, e influenciará, diante das escolhas no futuro, a trajetória de uma família.
E o que o último ano do Ensino Fundamental II, o 9º ano, tem haver com isso se a pressão pela escolha correta só tem inicio ao final do Ensino Médio?
Bom, se compreendermos a importância da universidade, enquanto um espaço de construção do conhecimento, voltado não apenas para o mercado de trabalho, perceberemos que escolher uma profissão demanda não apenas prever nossa condição socioeconômica no futuro, e sim, escolher funções que nos permitam trabalhar de forma criativa, interagindo e nos envolvendo afetivamente com o que escolhemos.
Na maioria das vezes, os jovens se confundem entre vocação e a possibilidade de escolher uma profissão que lhe traga muito dinheiro. Esta dúvida poderia não existir, se nossos adolescentes descobrissem que trabalhar implica em criar e desenvolver, e não assumir funções mecânicas apenas como forma de enriquecer. A medida que nos envolvemos afetivamente e conseguimos em nosso cotidiano transformar, criar, o crescimento profissional aparece como uma conseqüência do nosso envolvimento com o trabalho, enquanto se pensamos apenas no produto final, ou seja na remuneração, acabamos por esquecer da forma produtiva, contribuindo para que o trabalho se torne mecânico e repetitivo.
Conceitualmente, trabalhamos a diferença entre trabalho criativo e trabalho mecânico, desta maneira, e a partir de um trabalho de campo, onde os alunos entrevistaram profissionais de diferentes áreas, eles mesmos puderam perceber a diferença entre os dois conceitos na prática.
A seguir nossos próprios jovens contam em entrevistas e vídeos de que forma esses dois conceitos, o trabalho criativo e mecânico se misturam e se diferenciam nas diferentes formas de trabalho encontradas no mercado atual.
Não deixe de conferir!
Martin Malabares: o exemplo de criatividade como forma de ganhar a vida.

25 de abril de 2009
24 de abril de 2009
A festa de Purin Judaíca. Você já ouviu falar? Por Moshé Berkes, 7º Ano Escola Beit Menachem. O significado da palavra Purin.

23 de abril de 2009
A história de Purin por Moshé Berkes e Moíse Azulay. 7º Ano Escola Beit Menachem.

30 de março de 2009
Interpretando as imagens na História.

Heróis da sociedade: uma viagem pela história do Corpo de Bombeiros no Rio de Janeiro.
Relatório de campo: Guilherme Augusto 6º Ano. Escola Degrau. Aula no museu do Corpo de Bombeiros.


Relatório de campo. Aluno Paulo Emmery 7º Ano Escola Degrau. Aula no museu do Corpo de Bombeiros.


DICA DE LEITURA – BLOG PENSANDO ALTO.

Sugestão de Atividade. Didática em Sala de Aula: invenções na Idade Média.
Quando trabalhamos com Idade Média, é importante construir para o aluno uma visão ampla do período evitando a caracterização desta época como a Idade das Trevas, ou apenas como uma fase de enclausuramento nos feudos e controle da Igreja sob a sociedade européia. Por isso, trabalhar com as invenções permite ao professor perceber a Idade Média como um período de transformações e ruptura com a antiguidade a partir de novos hábitos e costumes adquiridos a partir de novas necessidades da sociedade medieval.
Em sala de aula, é possível trabalhar com um texto contando a história de algumas invenções importantes surgidas neste período, como sugere o livro acima, e após a discussão pedir para que os alunos ilustrem as invenções e escrevam os benefícios trazidos por cada uma delas à sociedade. Esta atividade pode ser feita individualmente ou apresentada em forma de um painel, construído por todos os alunos em conjunto.
Para assessorar a ilustração destas invenções, o professor pode utilizar imagens ou vídeos da internet que auxiliam a abstração do aluno, como este vídeo disponibilizado no Blog Pensando Alto do History Chanel que conta de uma maneira irreverente o processo de trabalho para impressão do jornal, demonstrando os primeiros tipos móveis inventado por Guttemberg no século XV.
Vídeo retirado do Youtube. "A História do Jornal Impresso". Programa exibido pelo History Chanel.
17 de fevereiro de 2009
É carnaval! O que existe por traz desta história?

Uma homenagem aos 100 anos de Carmem Miranda
Visita ao Museu da Carmem Miranda
A folia antecipada do Carnaval carioca leva qualquer folião a acreditar que a festa começa antes mesmo da data no calendário oficial. Fevereiro é carnaval o mês inteiro!
E neste vídeo não seria diferente!
Arte e História: uma viagem pelo tempo de Debret
No século XIX, no Rio de Janeiro circulavam muitos pintores e artistas estrangeiros, entre eles, o francês Jean Baptiste Debret, conhecido por retratar em desenhos inconfundíveis a sociedade brasileira e cenas singulares do cotidiano das famílias patriarcais e da escravidão brasileira.
Debret nasceu em 1768 e era filho de um funcionário público. O fato de existir em sua família pintores e desenhistas, impulsionou o jovem a realizar alguns trabalhos artísticos, participando intensamente dos movimentos revolucionários na França como pintor ao lado de seu primo Jacques-Louis David. Com a participação na Revolução Francesa (1789), Debret acabou por tornar-se pintor oficial de Napoleão durante o Império Napoleônico ilustrando batalhas e feitos do imperador.
Com a queda de Napoleão em 1815, a vida de Debret mudou radicalmente, e diante das condições de retorno da família Bourbon ao poder na França com o Congresso de Viena (1820), Debret resolve vir ao Brasil a convite da corte portuguesa, tornando-se também o pintor oficial do império português.
Existe uma discussão entre os historiadores da existência ou não de uma Missão Francesa influenciada por D. João IV, visto que chegaram neste período muitos arquitetos, engenheiros e artesões franceses, como se a corte os tivessem convidado com o objetivo de garantir o progresso urbano e intelectual da ex-colônia. O fato é que a presença de tantos artistas impulsionou uma mudança no estilo arquitetônico em particular no Rio de Janeiro – capital do império português; e no desenvolvimento das artes plásticas com a fundação da Academia Brasileira de Belas Artes (1829).
Após permanecer quinze anos no Brasil, o pintor retorna a França, aonde publica seus registros no livro: Viagem pitoresca e histórica ao Brasil, dividido em três volumes, com ilustrações e descrições de tudo que havia observado em sua passagem e viagem pelo país. Em 1848, na cidade de Paris, Debret veio a falecer.
Não deixe de observar na Coluna Fatos e Fotos um pouco dessa viagem realizada e eternizada pelo pintor em algumas imagens selecionadas pelo Blog Pensando Alto. Como bons historiadores percebam as representações dos negros e indígenas, observando a percepção que os europeus possuíam destas culturas. Refletir e criticar estas descrições permite que quebremos o elo etnocêntrico e eurocêntrico de nossa História.
Boa Viagem!
Viagem Pitoresca e História do Brasil. Confira o vídeo feito pela MultiRio .
Confira os registros de Debret em animação, e conheça o ritmo de trabalho dos escravos e o cotidiano no século XIX.
16 de fevereiro de 2009
Câmara Cascudo e as Lendas Brasileiras: conhecendo o nosso folclore

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