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13 de março de 2008

Aprender a História é um exercício de curiosidade e vontade de descobrir o passado do homem. Neste universo de experiências, culturas e diversidade conhecenhos a nossa essencia e a memória de fatos importantes, muitas vezes esquecida em meio a tantos outros processos históricos. Por esta razão, o museu ocupa uma função de extrema importancia para todos os interessados em resgatar a memória perdida no tempo.Através de objetos, vestígios e fontes históricas conseguimos nos aproximar de períodos distantes, o que nos permite reescontrar com hábitos, costumes, culturas e diferentes atores sociais que fizeram da nossa história. No Museu Histórico Nacional nos encantamos não só com a exposição, mas uma memória exposta em cada detalhe dos vestígios que remontam a História de um Brasil de sujeitos históricos - índigenas, negros, europeus, japoneses, judeus, italianos entre outras culturas que juntas permitem o reencontro com o nosso passado!

Assista o vídeo da visita ao Museu Histórico Nacional.

video

12 de março de 2008

Passeio ao Museu Histórico Nacional (Jorge e Matheus – 1º Ano. Escola Degrau)

No passeio ao Museu Histórico Nacional nós conhecemos um pouco sobre as tribos indígenas que existem no nosso país, o artesanato, as celebrações, as armas, as roupas usadas pelos pajés nas cerimônias e vimos um painel com o nome de todas as tribos indígenas do Brasil. Depois vimos objetos usados durante as Grandes Navegações como o astrolábio. Observamos também as ferramentas utilizadas para manter os escravos submissos, por exemplo: as correntes, algemas e etc. Também observamos uma maquete que mostrava como o engenho funcionava. Vimos um quadro que ilustra uma reunião dos inconfidentes, com a presença de um norte-americano, mostrando a influência das idéias de independência dos EUA nos ideais dos inconfidentes. Passamos pela sessão dos imperadores brasileiros e depois pela sessão da abolição da escravatura e vinda dos imigrantes italianos. Conhecemos uma maquete em tamanho natural de uma botica – farmácia antiga. Vimos mais coisas sobre D. Pedro II e os canhões que eram utilizados para defender a cidade do Rio de Janeiro. Observamos as artes sacras trazidas pelos europeus e no final vimos as carruagens utilizadas pelos nobres no Brasil imperial.

11 de março de 2008

10 de março de 2008

Os Índios (Isabella – 6º ano. Escola Beit Menachem)

A caminho de Foz do Iguaçu Vi índios por onde passei. Esperava que fossem originais e preservassem sua cultura Me decepcione. Não parecem manter seus valores, Seus conhecimentos e suas tradições. Tudo parece mais uma ruptura.

9 de março de 2008

Minha Vida (Yossef Yitschak Beuthnor – 6º ano. Escola Beit Menachem)

No dia oito de kislev de 5756, uma alma muito especial veio ao mundo. Essa alma se chama Yossef Yitschak Beuthnor: eu. Passou-se um mês e eu fiz o Brit Milá (circuncisão). Quando tinha dois anos eu e minha irmã Muski adorávamos brincar com o carrinho preto que tinha na minha casa. Depois de um ano, quando havia chegado meu aniversário de três anos, eu fiz Opesherenish (meu primeiro corte de cabelo), uma grande festa no salão da minha casa. Depois de dois anos, minha mãe comprou para mim e para meus irmãos um violão e um microfone para cada um, eu e meu irmão David adorávamos brincar. O David cantava e eu dançava. Quando tinha oito anos em novembro de 2004, fui para casa do Nissém Dayan porque lá havia um rabino muito importante, e meu pai queria falar com ele. Uqnado tinha dez anos, em dezembro de 2006, fui ao Beit Lubavitch tirar foto porque iria aparecer em uma revista do Beit Lubavitch. Com onze anos fui ao Bar Mitzvá (quando as meninas fazem 13 anos) da minha irmã no dia 1º de setembro de 2007. Agora estou escrevendo esta história!

CURIOSIDADE! Conheça os meses do Calendário Judaíco correspondentes ano de 2008.

Tevet - Janeiro Shvat - Fevereiro Adar- Março Ninam - Abril Iar - Maio Sivan - Junho Tamuz - Julho Av - Agosto Elul - Setembro Tishrei - Outubro Cheshvan - Novembro Kislev - Dezembro. Lembrando que neste calendário todos os meses possuem 30 dias, e para os judeus o ano de 2008 corresponde à 5768

8 de março de 2008

Antecedentes da Idade Média (Arthur Alexandre- 7º ano. Escola Degrau)

No começo, Roma era uma cidade-estado pequena e meio fraca, depois foi se fortalecendo e se expandindo, até que cresceu como império e conquistaram primeiro a Itália, o Egito, o norte da África, o Oriente Médio e uma grande parte da Europa Ocidental. O império Romano foi destruído, quando vindos do oriente, os diferentes povos bárbaros atacaram juntos quase todas as cidades-estados. No ano de 330, Constantino (imperador romano) criou a cidade de Constantinopla. Essa cidade foi conhecida como a capital do Império Romano Oriental ou Império Bizantino. O império de Bizâncio se tornou independente de Roma, mas o idioma era grego e as leis inspiradas em Roma.

7 de março de 2008

Mês de março: o Rio de Janeiro em Festa! A comemoração do aniversário 441 anos da cidade.

Que o Rio de Janeiro é a menina dos olhos de cineastas, escritores, viajantes ou qualquer apaixonado por belas praias, montanhas e um visual de dar inveja, não precisa ser mais do que um carioca apaixonado para saber disso. No entanto, o mês de março toma um gosto especial no calendário festivo da cidade devido a dois grandes fatos históricos comemorados neste período: o aniversário da cidade no 1º março 1567; e a chegada da Família Real no dia 8 de março 1808. O aniversário da cidade não faz jus a uma comemoração que inclui os verdadeiros moradores do Rio de Janeiro: os índios tamoios e tupinambás, que durante muitos anos habitaram o litoral e a Baia de Guanabara até a chegada dos portugueses e europeus ao Brasil no século XVI. O 1º de março nos remete a um conflito entre franceses aliados aos tamoios contra os portugueses durante os primeiros anos de colonização. Os portugueses quando aqui chegaram não se interessam muito em efetivar a colonização em função dos interesses com as Índias Orientais e o comércio de especiarias, o que determinou a fundação de pequenas vilas e feitorias que abasteciam o comércio de escambo com os indígenas em troca de pau-brasil. Ao contrário, os franceses procuraram fundar uma colônia protestante no Rio de Janeiro conhecida como França Antártica, cuja chefia era do comandante Villegaignon, apelidado pelos portugueses de Vilegalhão! O comandante francês possuía a fama de ser generoso e de ter relações fortes com os tamoios, o que havia deixado o português Estácio de Sá – o Governador Geral português aportado no Rio de Janeiro, temeroso da invasão à vila portuguesas. Inicia-se assim a peleja entre portugueses e franceses pelo domínio do Rio de Janeiro. O apoio indígena foi fundamental neste período, visto que as viagens eram longas e a sobrevivência em alto mar era muito difícil, portanto os portugueses contaram com o auxílio dos tupinambás e os franceses com os tamoios. Em meio ao combate Estácio de Sá é morto com uma flecha em uma batalha no forte Uruçu- Mirim (na Praia do Flamengo), o que levou seu tio Mem de Sá a assumir a guerra e expulsar os franceses da Baia de Guanabara. No dia 1º de março de 1567 a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro foi fundada e transferida para o Morro Cara de Cão depois conhecido como Morro do Castelo – atualmente demolido, para garantir melhor a segurança da colônia nascente.

6 de março de 2008

O Cortejo de D. João VI!

No dia 8 de março de 1808 a corte portuguesa desembarca no Brasil, escolhendo o Rio de Janeiro como capital do Império Ultramarino Português. O mito da riqueza e luxo da corte real portuguesa navegava o extenso oceano Atlântico, no entanto após os três meses de viagem e privação os luxos foram tomados por uma epidemia de piolhos, e também pelo calor dos trópicos. Antes de D. João VI a cidade do Rio de Janeiro não contava com uma estrutura urbana sólida, a economia funcionava em torno da produção da cana de açúcar e do ouro que era escoado pelos portos de Parati beneficiava, assim como, o tráfíco de escravos onde a população de negros africanos que aportavam na Praça Mauá – antigo Valonguinho, mercado de escravos, aumentava cada vez mais, de acordo com a exigência dos colonizadores para todo o trabalho e mão de obra. A chegada da corte em nada modificou as relações sociais pautadas em hierarquias sociais que privilegiam a nobreza e a escravidão, no entanto, contribuíram para um avanço na estrutura da cidade carioca, que sofreu um grande investimento para alimentar os hábitos da corte real. Casas de banho, o Banco do Brasil, o Jardim Botânico, e acordos que abriram os portos às nações amigas em 1810 possibilitaram ao Rio de Janeiro o aumento da sua função de capitalidade. A alegria dos cariocas do século XIX foi tamanha em função do encontro com a corte, que muitos antes deste festival de investimentos deixaram suas casas para garantir ao rei melhores instalações sob as siglas de “Príncipe Regente”, onde bem humorados a população traduzia a desgraça por “Ponha-se na Rua”!