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14 de junho de 2009

Interpretação de imagens. Expansão Marítima (XV/XVI). “Medo e vitória nos Mares”.

Observe a charge ilustrada pelo desenhista André Leite, e procure interpretar a expressão “medo e vitória nos mares” através da descrição da mentalidade medieval em relação ao desconhecido, e da aventura dos europeus pelo oceano Atlântico, caracterizado nos relatos de viagem como “mar tenebroso”. Sua resposta deve ser escrita em um parágrafo. Não se esqueça de colocar o nome e turma.

Interpretação de imagens. Egito Antigo: o mistério das múmias, pirâmides e deuses.

Interprete a charge do desenhista André Leite descrevendo a relação entre a religião, as pirâmides e a mumificação dos mortos no Egito Antigo. Sua resposta deve ser apresentada em um parágrafo. Não esqueça de colocar o nome.

Paraty: uma viagem pelo tempo.

Saindo da cidade do Rio de Janeiro de ônibus pela Costa Verde, região litorânea de ilhas paradisíacas, fronteiriça com o Estado de São Paulo, Paraty surgiu com a função portuária e comercial no século XVII, com a produção de cachaça e farinha de mandioca. Posteriormente, com a descoberta de ouro nas Minas Gerais, a cidade escoava o ouro ganhando cada vez mais produtividade. Visitar a cidade é uma viagem pelo tempo, visto que Paraty adquiriu traços especiais por contar nossa história por meio da preservação da arquitetura tradicional portuguesa, e também das tribos indígenas, dos quilombos e ribeirinhos que representam o alicerce de nossas origens. Durante esta visita, a cidade estava agitada coma tradicional Festa do Divino, uma celebração de dez dias, onde são realizadas inúmeras atrações, incluindo cultura típica, cirandeiros, teatro, danças, desfile de bonecos, missas e o almoço comunitário. A cidade recebe turistas, devotos, curiosos ou pessoas da região com as ruas decoradas com bandeirinhas vermelhas em todo o centro histórico. Acordando bem cedo para caminhar no centro histórico, em frente à igreja de Santa Rita – cartão postal da cidade, é possível encontrar com Voodu, uma estátua viva de um escravo africano. Além disso, a Casa de Cultura abriga uma exposição em homenagem à cultura indígena e tradicional da região. Nas ruas de pedra lapidadas à mão pelos escravos, circulam charretes cheias de turistas interessados em conhecer a história da cidade. Você já se imaginou estudando história dessa maneira? Visitando, observando? E não é que também é possível esbarrar com escolas que levam os alunos para gincanas e excursões no centro histórico de Paraty. O chame da cidade para a maioria dos visitantes esta em caminhar sobre as ruas alagadas da cidade. Mas muitos não sabem que essa estrutura está relacionada com a falta de saneamento durante a construção da cidade. Com a baixa população, os antigos colonos da cidade construíram canais que escovam as fezes e demais resíduos no período de crescimento das marés, o que deixava as ruas da cidade alagadas durante à noite, e mantendo-se até hoje, com a única diferença de não ser mais saída de esgoto. Já o antigo caminho do ouro, por onde os escravos traziam à pé todo ouro retirado das minas, foi transformado em área de preservação, e mercado para o turismo ecológico. Na realidade, o caminho do ouro está bem abandonado, e o único acesso fácil é para a cachoeira do Tobagã, um poço com um enorme escorrega. Conheça estas, e outras particularidades desta visita à Paraty nos vídeos: “História de Paraty” e “O escravo Voodu”. Aproveite esta viagem pelo tempo!

História em Paraty. Assita o vídeo dessa viagem emocionante!

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Conheça o escravo Voodu. Um personagem através dos séculos.

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13 de junho de 2009

Diário de Bordo. Leonardo Freitas e Igor Dantas. 7º Ano Escola Degrau

“Viagem à Terra Perdida” No dia 27 de outubro de 1488 saímos da Babilônia rumo à Terra Perdida. Saímos em duas caravelas nomeadas Leônidas e Dantas. Nós quase nos perdemos, mas com a ajuda do astrolábio e da bússola conseguimos continuar. A falta de higiene era grande, muitos marujos morreram. Depois de muitas pessoas da caravela Leônidas terem morrido, os que sobraram, tiveram que ir para a embarcação Dantas. No meio da viagem, encontramos um monstro marinho enviado pelo deus Netuno. Conseguimos mata-lo. Uma semana depois, encontramos uma sereia que encantoou muitos tripulantes, que acabaram morrendo. Graças aos deuses chegamos à Terra Perdida. Paramos de pagar impostos, pois nessa terra ninguém trabalha. É o paraíso! Voltamos para Babilônia e levamos nossa família para morar na Terra Perdida, que passou a se chamar Terra do Paraíso!

Relatório do filme: “1492: a conquista do paraíso”. (Ridley Scoot). Parte I: viagem de Colombo. Aluno Paulo Emmery - 7º Ano. Escola Degrau.

Na Idade Moderna, na época das Expansões Marítimas (XV/XVI), o interesse dos navegadores europeus era descobrir terras e conquistá-las, em busca de especiarias, ouro, e principalmente, traçar um caminho que os levasse até as Índias. Um destes navegadores foi o genovês Cristóvão Colombo, um homem que desafiou a igreja para provar a teoria de que a terra não girava em torno de Deus (teocentrismo), não era quadrada e não possuía nenhum abismo; a terra se apresentava de forma esférica. Colombo também queria chegar até as Índias Orientais, e por conta da ocupação dos turcos otomanos, o Mediterrâneo estava fechado, e todas as rotas que existiam na época passavam por lá. Por isso, Colombo acreditava que, para chegar até as Índias a partir de uma nova rota, o navegador deveria sair da Espanha em linha reta a 750 léguas, há nove semanas pelo “mar tenebroso” – oceano Atlântico, e assim, chegaria ao Oriente. O que Colombo não sabia era que iria muito além das Índias, descobrindo novas terras! Para viajar, Colombo precisava do apoio da rainha – Estado Absolutista, e se ele conseguisse descobrir uma nova rota comercial para Espanha, seria nomeado nobre. È chegado o dia de partir. A tripulação e as caravelas estão prontas. Colombo calcula cada passo da viagem com a bússola, astrolábio, mapas. Porém, um peque no erro de cálculo levou as caravelas a passarem da distância prometida das 750 léguas, levando a tripulação a se preocupar com a viagem. Passaram-se alguns dias do prazo da rota, e eis que de repente, a profundidade começa a diminuir, 18, 17, 16 pés... Terra à vista! Os espanhóis chegam em terra em 1492. Colombo achou que havia chegado às Índias, mas cometeu um ligeiro engano, pois ele havia chegado à América Central, nas Ilhas Guananis, onde achou espécies de animais nunca vistas antes por um europeu. O “Novo Mundo” era o paraíso! Porém, as terras já eram habitadas por pessoas com hábitos e cultura diferentes, alguns europeus acharam estes costumes estranhos, mas o convívio inicial levou alguns membros da tripulação de Colombo até a tornarem-se índios (termo utilizado para relacionar com a idéia de que haviam chegado às Índias). No entanto, os “índios” perceberam a ambição dos espanhóis no ouro, na riqueza e no poder. E então tudo pode acontecer...

Festa do Brejal.

No calendário cristão, o mês de maio inicia comemorações em torno de festas que celebram a figura das mães. Além da famosa comemoração do segundo domingo de maio, a Igreja Católica aproveita o embalo para realizar quermesses para Maria, Nossa Senhora Auxiliadora, entre outras representações de imagens e santos que ganham devotos pela mesma alegoria da mãe de Jesus Cristo. Sem mais delongas, esta reflexão, foi dita para contar sobre uma festa tradicional realizada no final de maio pela comunidade do Brejal em homenagem à Nossa Senhora. A quermesse da igreja reúne pessoas de toda a região serrana do Rio de Janeiro, pois além da celebração religiosa, é possível assistir a uma corrida de cavalos e shows para todos os interessados em diversão. Há principio, a festa ganhava um ar junino, pois a fogueira estava rodeada de bandeirinhas e barraquinhas de guloseimas típicas como: maçã do amor, cocada, pé de moleque, caldo verde, e outras delícias. Mas o curioso era o alto falante que convocava os cavaleiros para se inscrever na famosa corrida de cavalos. As pessoas se amontoavam em volta de uma pista reta, os bêbados iam embora cambaleando da manguaça, e os torcedores iam para trás da cerca do estábulo armado pela festa, outros subiam nos troncos para ver melhor. Um cowboy caracterizado de chapéu de coro, calças jeans com franjas e botas levantava uma bandeira branca, e o locutor gritava: “Edinho pode soltar meu filho, deixa os cavalos virem com tudo”. “Gente libera o espaço que os cavalos estão vindo”. E de correndo veio um mangalarga branco que a torcida empolgada gritava: “Vai Pé de Pano!”. E ele corria sem dar chance ao outro adversário, que neste caso foi a égua Loirinha, que veio de Teresópolis com seu cavaleiro, não descansou, nem comeu, e chegou na final contra o decacampeão Pé de Pano, que realizava sua última corrida. Era empolgante ver os cavalos correndo, inclusive pela aventura de ser um espectador, pois a corrida só possuía o amparo do bandeira e do alto falante, porque o público se espalhava por onde desse para ver melhor. Assista a esta emocionante corrida no vídeo: Cavaleiros do Brejal. E tire suas conclusões através do conhecimento de costumes tradicionais da comunidade de Brejal, localizada na região da Serra dos Órgãos, interior do Rio de Janeiro.

Cavaleiros do Brejal. Assista ao vídeo de uma tradicional corrida de cavalos do interior do RJ.

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