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7 de julho de 2011

Os povos Mesoamericanos

A Mesoamérica é local entendido pela região onde floresceu a alta cultura indígena do México central e meridional, e no território contíguo dos países da América Central como: Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Equador, Peru e Andes Centrais. Os olmecas precederam e influenciaram grandes civilizações como os maias, os astecas, e os incas. Estes constituíram uma civilização que desenvolveu uma espécie de proto-urbanismo em La Venta cujas cidades possuíam pirâmides feitas de barro dedicadas aos deuses. Estas sociedades possuíam uma economia de subsistência e não utilizavam nenhum outro animal além do cachorro para domesticação, além de não desenvolverem um uso prático de rodas ou metalurgia. Teotihucan, “a metrópole dos deuses”, constituiu-se no apogeu da civilização clássica do planalto central, e o centro do reino de diversos povos. Nestas cidades foram construídas grandes pirâmides como o Templo de Quetzacóal, e foram descobertos palácios, escolas, extensos bairros onde membros da comunidade tinham residências, centros administrativos e religiosos, avenidas, ruas pavimentadas e um sistema de drenagem planejado. A sociedade mesoamericana era dividida em hierarquias e posições vinculadas à divisão do trabalho. Existia um exército forte, uma agricultura extensiva e um comércio organizado que atingiam outras civilizações e localidades mais distantes. A língua falada era o nahuat. Os teotihuanos cultuavam diversos deuses relacionados à natureza: fogo, flores, água e etc, e eram politeístas. A primeira civilização clássica que atingiu o apogeu a partir dos olmecas foram os maias, que estabeleceram-se junto a outras civilizações na mesoamérica de 650 a 950 d.c. A explicação para a decadência dos maias zapateca, e teotihuacos relaciona-se: primeiro a um grande incêndio e secas sucessivas, e a segunda hipótese a destruição por forças externas, como uma luta política, religiosa responsável por deixar estas civilizações em ruínas. Após o declínio do império maia, a América Central passa a ser dominada pelos astecas, que se fixaram na ilha de Tenochtitlán em 1325. Até a construção do império, os astecas tiveram que passar por peregrinações, perseguições e guerras com outras sociedades indígenas. Em 1390 fundou-se a cidade de Tenochtitlán, mas até 1490 os reis que se seguiram de diferentes origens ainda sujeitavam os astecas ou mexicas ao domínio, apenas após a derrota destas lutas internas os mexicas puderam cumprir a profecia e estabelecer o domínio de terras e tributo da nobreza pipiltin. Entre os astecas existia divisão de classes e níveis de hierarquias relacionadas a posse de terra e ao Estado maior: o reino. Portanto, a sociedade divida-se em: rei, nobreza de terra, governantes administrativos, sacerdotes, comerciantes, plebeus. Os cargos administrativos mais importantes eram reservados para os pipiltins. Estes por sua vez, não pagavam tributos e podiam contratar tantos mayeques (trabalhadores) que desejassem para o cultivo de suas terras. Os filhos dos pipiltin freqüentavam escolas para preparar-se para os cargos mais altos da sociedade asteca. Liam textos nativos escritos em codex – desenhos e pinturas antigas; aprendiam hinos, poesias, histórias, doutrinas religiosas, astronomia, astrologia e maneiras de governar. Os astecas também possuíam grande entendimento de engenharia, constituíram diques, aquedutos e caminhos sobre os terrenos pantanosos que facilitaram o desenvolvimento da metrópole asteca. Além disso, construíram templos, urbanizaram a metrópole, estabeleceram longas rotas comerciais e um mercado local de produção manufaturada (artesanatos), e cultivavam uma extensa agricultura para subsistência. O ouro, a prata, cobre, estanho e chumbo eram metais conhecidos pelos mesoamericanos para produção de ferramentas, utensílios e armas. Segundo a religiosidade dos astecas o mundo nasceu de um processo de evolução onde os elementos da natureza foram construídos um após o outro, ou seja, primeiro a terra, depois o sol, os seres humanos, animais, etc. Para os astecas o tempo era cíclico, pois se ordenava de acordo com a natureza e os fenômenos naturais, sendo assim caracterizados como povos extremamente supersticiosos. Eles acreditavam terem previsto o fim dos tempos, e em troca da harmonia ofereciam aos deuses sacrifícios humanos para que a energia vital do sol pudesse ser mantida. As guerras internas consistiam em uma maneira de conseguir vítimas humanas para os sacrifícios e rituais aos deuses. Reconheciam que sua existência na terra era transitória, portanto aceitavam a morte com maior clareza. O auge do império de Tenochtitlán foi com o rei Montezuma I, contemporâneo da chegada de Henán Cortez, o conquistador espanhol da América responsável pelo genocídio deste grandioso império.

Hernán Cortez versus Montezuma. O genocídio como forma de conquista.

O conquistador Hernan Cortez desembarcou no México em 1513 sabendo da existência dos mexicas, de suas riquezas e da grandiosa metrópole comandada por Montezuma, o que levou conquistador a tirar vantagem do ódio entre as diferentes tribos totonacas, tlaxcalanos que haviam sido dominadas pelos astecas para servirem como escravos ou de sacrifico aos deuses, Desta maneira Cortez criou uma estratégia de guerra. Estando os espanhóis em menor número, o conquistador conseguiu aliados para a colonização da América Central utilizando os próprios indígenas, somando-se a está estratégia, os espanhóis contaram também com a superioridade bélica, ou seja, armas de fogo. Para os espanhóis, conquistar significava colonizar, assim como, assaltar, saquear, ocupar e explorar as terras e riquezas. Em termos práticos procuravam uma riqueza de fácil maleabilidade como: ouro e metais preciosos e escravos, pois poderiam carregar para os navios. Cortez planejou uma visita a Montezuma I com o objetivo de conquistar o reino, saquear as riquezas e transformar a América Central em domínio espanhol. A dominação mexica sobre outros povos exigia pesados tributos e constante utilização de vítimas para os sacrifícios cerimoniais aos deuses, Cortez então entraria como o libertador destas tribos subjugadas formando uma aliança com estes povos facilitando seu acesso a Montezuma. Diante da supertição e previsão dos astecas de um tempo cíclico, Montezuma recebeu Cortez acreditando que este seria um antigo tolteca de Quetzacoál que voltaria para restabelecer seus domínios sob Teochtitlán, recebendo o conquistador de maneira amistosa. Capturando Montezuma, Cortez iniciou um golpe devestador a civilização asteca, procurando dominar o território preservando a estrutura fiscal e administrativa que encontrara, mantendo Montezuma como marionete, substituindo sua autoridade pelo dos espanhóis. Em 1521 a metrópole de Teochtitlán encontrava-se em ruínas, sob o triunfo de doenças e da vitória espanhola. A varíola trazida por um escravo negro nos navios gerou uma epidemia responsável por devastar uma civilização inteira. Após a Conquista da América Central, o foco dos espanhõis passou a ser as civilizações andinas, ou seja, o império inca. A conquista dos Incas ocorreu em 1523 Pizarro chegara ao Panamá. O império com que Pizarro se defrontou era mais organizado do que os dos astecas. A sociedade organizava-se a partir de clãs e aldeias na região de Quito, submetidas ao controle central de Cuzco. Estes diferentes espaços se entrelaçavam por guarnições que mantinham uma rede de comunicações e um sistema rígido de controle. A sociedade era dividida em castas sob o domínio do rei. Pizarro usou o mesmo método de Cortez no México, procurando conquistar a simpatia do imperador inca Atahualpa. Em 1532 os espanhóis atacaram Atahualpa em seu palácio de Cajamara transferindo a administração inca para o domino espanhol, que levaram do tesouro real 1,5 milhões de pesos em ouro e prata. Diante da ambição européia, o rei foi assassinado e em função da distancia de Cuzco, os espanhóis fundaram uma nova capital em 1535: Lima, que se localizava junto a costa facilitando o acesso espanhol. Muitos índigenas em um esforço desesperado apelaram para a resistência guerreando contra os espanhóis, afim de reatar seus domínios e expulsa-los de suas terras, porém o poderia bélico espanhol sobrepunha as armas indígenas aumentando a repressão e abafando tais movimentos. Com tantas guerras, mesmo com a resistência indígenas estes grandes impérios sucumbiram ao domínio espanhol.

HISTORY GAME 8o. Ano 2o. Trimestre

1) E relação ao movimento de independência da colônia de São domingos, responda:

a) Qual o fator que o diferencia da maior parte dos movimentos de independência das colônias americanas? R: O movimento de independência do Haiti partiu da organização dos escravos descontentes com a dominação francesa e com a própria condição de escravidão. Como os escravos eram a maioria, resolveram se revoltar contra os colonos dando inicio ao processo de independência. O líder Toussaint L´ouverture – ex escravo, organizou o movimento a partir da influencia das ideias iluministas e da Revolução Francesa.

b) Por que o Brasil temia o haitianismo? R: O Brasil temia o haitianismo, pois era um país cuja maioria da população era de escravos.

c) Podemos observar alguma relação entre esse movimento e os movimentos que fizeram parte do processo de independência do Brasil? Qual? R: Sim. Além da influência das ideias iluministas, a independência do Haiti teve semelhança com a Conjuração Baiana, que se caracterizou por um movimento de caráter separatista cuja organização partiu das classes mais baixas.

2) Sobre o chamado Período Napoleônico, responda as questões abaixo:

a) Explique as condições que levaram Napoleão ao poder em 1799. R: Com o governo do Diretório sendo comandada pela alta burguesia, o clima de instabilidade determinava uma insegurança descrita pelo temor de se reviver a fase da Convenção Terminadora – ou período de Terror. Criou-se o consulado onde inicialmente três cônsules disputavam o governo, e pela popularidade nas guerras, Napoleão torna-se um dos cônsules.

b) Quais as principais características do Consulado? R: Foi um governo de cônsules, onde o que assumiu maior destaque foi Napoleão Bonaparte devido a sua popularidade como general. Tal situação levou Napoleão a dar o Golpe do 18 Brumário e assumir o poder sozinho.

c) Quais as principais características do período Napoleônico? R: O governo de Napoleão se caracterizou por uma monarquia que procurou consolidar a revolução por meio da criação de uma Constituição. Apesar da monarquia consolidar as reivindicações burguesas, Napoleão assumiu uma postura ditatorial, implementou a censura e a prisão aos opositores de seu governo. Além disso, adquiriu uma postura expansionista propondo levar os ideais da revolução para toda Europa como forma de combater o absolutismo. Investiu na indústria e no crescimento econômico, e como forma de expandir os mercados e acabar com o domínio inglês do comercio, decretou o Bloqueio Continental. d) Qual a relação que podemos estabelecer entre a expansão napoleônica e a independência do Brasil? R: Portugal não concordou em seguir o Bloqueio Continental devido aos acordos econômicos que mantinha com a Inglaterra. Para não guerrear contra a França, D. João VI transfere a corte para o Brasil elevando a colônia a Reino Unido de Portugal e Algarves. O rei também decretou a abertura dos portos ampliando as relações comerciais do Brasil com os ingleses e outros países da Europa. Tal situação de emancipação econômica e política contribuiu para a independência do Brasil.

3) No final do século XVIII o Brasil foi cenário de movimentos denominados Conjurações ou Movimentos Separatistas. Sobre estes movimentos, responda:

a) Quais foram estes movimentos e em que local e data ocorreram? R: Conjuração Mineira (1789) – Minas Gerais; Conjuração Baiana (1799) – Bahia.

b) Estabeleça uma comparação entre eles e uma diferença. R: Ambos os movimentos foram influenciados pelas ideias liberais, defendiam a separação do Brasil e a proclamação de uma república. A diferença foi que a Conjuração Mineira foi organizada por classes altas e a Conjuração Baiana teve a participação de classes pobres.

4) O período compreendido entre 1808 e 1822 foi decisivo para a emancipação política do Brasil. Sobre este período, responda:

a) Qual foi o evento que marcou o inicio desta fase? R: A transferência da corte para o Brasil em 1808.

b) Quais foram as suas origens? R: O decreto do Bloqueio Continental por Napoleão.

c) Em termos econômicos e políticos o período joanino possibilitou o processo de superação da condição colonial do Brasil. Quais as medidas tomadas de D. João VI que justificam esta afirmativa? No que elas consistiram? R: 1) Em 1808 D. João VI decreta a Abertura dos Portos. O Brasil passa a poder comercializar com outras potências além de Portugal. 2) Em 1810 foi Assinado o Tratado de Comércio e Navegação estabelecendo as tarifas sob os produtos importados pelo Brasil. Portugal era taxado com 16%, a Inglaterra com 15% e demais países com 21%. 3) Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal e Algarves, com este decreto o Brasil é elevado a reino e perde sua condição de colônia.

d) De que forma o rio de Janeiro se beneficiou da condição de sede do Império Português? R: D. João VI implementou uma série de melhorias estruturais na cidade como urbanização, construção da rede sanitária, hospitais, escolas, Criação do banco do Brasil, jardim Botânico, Biblioteca Real, observatório astronômico e etc.

e) Qual é a relação entre a Revolução do Porto de 1820 e a emancipação do Brasil? R: A Revolução Porto determinou o retorno de D. João VI em meio a uma revolução constitucionalista.

f) Aponte os principais eventos envolvidos na Regência de D. Pedro que levaram à ruptura dos laços entre o Brasil e Portugal. R: A independência do Brasil e a Constituição de 1824.

HISTORY GAME 7o ano 2o Trimestre

1) O que foi o Renascimento? R: Foi um movimento artístico e cultural, que através da inspiração na arte greco-romano retomou os valores humanistas atribuindo novos valores a sociedade medieval.

2) Qual foi a importância do Renascimento em relação ao desenvolvimento da ciência no século XIV/ XVI? R: O Renascimento possibilitou o afastamento do pensamento medieval, a utilização de novas técnicas de navegação, tais como a bússola, astrolábio, balestilha, etc; a nova concepção esférica e do movimento da terra em torno do sol – geocentrismo.

3) Cite e explique quatro características do Renascimento. R: Hedonismo – valorização da natureza; Humanismo – valorização de tudo que o homem criou; Naturalismo – valorização da natureza; Individualismo – valorização do individuo; antropocentrismo – o homem no centro do universo.

4)Cite quatro características de um Estado Nacional. R: Moeda, leis, língua, fronteira e governo comum

5)Caracterize o Estado Absolutista R: O Estado Absolutista consiste em uma monarquia onde o rei possui poderes absolutos.

6)Qual é a importância da formação dos Estados Nacionais para burguesia e para a nobreza? R: Com um governo, moeda e leis comuns a burguesia se fortaleceria com comércio, já a nobreza continuaria no topo da pirâmide social na medida em que se beneficiaria com a centralização do poder nas mãos do rei.

7)Explique o que foi o Mercantilismo. R: O Mercantilismo consistiu nas primeiras formas de acumulação de capitais, realizadas por meio das relações de mercado estabelecidas pelo rei, onde o objetivo era enriquecer o Estado Absolutista.

8)Cite e explique três características do sistema Mercantilista. R: Protecionismo – taxação e aumento dos sob produtos importados; balança comercial favorável – equilíbrio da importação e exportação; metalismo – busca de metais preciosos.

9)No século XV, Portugal e Espanha deram início à expansão marítima européia, da qual resultaram grandes impérios coloniais. Justifique em dois exemplos o pioneirismo Ibérico. R: Localização geográfica, a existência da Escola de Sagres – especialista em formar navegadores; e a formação precoce enquanto Estado Nacional.

10) Quais eram os tipos de escravidão que predominavam na África? R: Escravidão voluntária, escravidão por guerra, venda de escravos.

11) Podemos considerar a África como um país diverso e rico culturalmente. Exemplifique esta afirmativa apresentando três culturas que habitaram ou habitam a o continente africano. R: Império do Congo, Reino de Gana, bosquímanos.

12) As raízes africanas expressas na cultura, identidade e história do povo brasileiro são evidentes. Apresente a justificativa para que o Brasil tenha proximidade histórica com a África. R: O trabalho e o tráfico de escravos.

13) Qual era a diferença dos indígenas brasileiros e os mesoamericanos. R: Os indígenas brasileiros vivam de forma sustentável em uma relação intima com a natureza. Os indígenas mesoamericanos dominavam o ouro e desenvolveram impérios e sociedades complexas.

14) Apresente duas características do povo asteca: R: Viviam em cidades, eram politeístas, desenvolveram impérios, faziam sacrifícios para os deuses, possuíam ouro e riquezas, escravizavam tribos menores, escreviam em códices, dominavam a astrologia, eram supersticiosos e etc.

15) Qual foi a estratégia dos espanhóis para vencer a guerra de conquista contra os indígenas? R: Os espanhóis se aliaram aos indígenas dominados e utilizaram armas de fogo e cavalos.

16) De que maneira o etnocentrismo contribuiu para a Conquista da América e para a formação dos impérios coloniais no século XV e XVI? R: O etnocentrismo determinava a superioridade de uma cultura pela outra, o que justificou o domínio pela guerra, a conquista do território, e a imposição cultural e religiosa.

17) De que forma a catequização auxiliou na Conquista da América? R: A catequização contribuiu para assimilação cultural e consequentemente para que os indígenas aceitassem a cultura e religião do europeu.

18) Cite dois motivos que levaram Lutero a romper com a Igreja Católica: R: As indulgências e a corrupção da Igreja.

19) Por que a Igreja Calvinista atraiu tantos burgueses? R: Porque o calvinismo aceitava o lucro e o trabalho como forma de salvação.

20) Explique qual foi a reação da Igreja católica diante do Protestantismo. R: A Igreja Católica Criou o movimento de Contra-Reforma e se reuniu no Concílio de Tentro para reafirmar seus dogmas.

21) Cite alguma crença da época que desestimulava-os navegadores a viajar pelos mares. R: O medo de monstros marinhos, o teocentrismo, o desconhecimento dos mares.

22) Cite duas tecnologias que facilitaram as viagens pelos mares dos europeus. R: Bússola, Astrolábio, Quadrante, balestilha, Caravelas, Nau etc.

23) Qual o interesse dos europeus em se chegar no Oriente ou nas Índias? R: Metais preciosos, especiarias, nova rota comercial pelo Atlântico para chegar as Índias.

24) Qual foi o caminho traçado por Colombo para chegar às Índias? R: Colombo acreditava que a terra era redonda e que se seguisse a oeste pelo Atlântico chegaria às Índias, mas chegou à América.

25) Qual foi o caminho utilizado pelos portugueses para chegar às Índias? R: O périplo africano – o costeamento da África.

6 de julho de 2011

History Sing com a T801 do CPII/ USCII

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