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28 de maio de 2008
Documentário da Discovery: “O homem pré-histórico vivendo entre as feras, caçar ou ser caçado”.Texto do aluno Paulo Emery do 6º Ano da Escola Degrau.

A Mesopotâmia. Texto e desenho do aluno Pedro Henrique do 6º Ano da Escola Degrau.

Os Assírios. Aluno Leonardo 6º ano da Escola Degrau
O povo assírio viveu na antiga Mesopotâmia nos períodos de 1700/610 A.C. A capital do império ficou conhecida como a cidade de Nínive.
Os assírios eram ferozes guerreiros e usaram sua grande força para expandir seu império. Dominando os sumérios, conquistaram grande parte do território, mas logo forma dominados pelos babilônicos. Em 1240 A.C, empreenderam a conquista da Babilônia, e a partir de então começaram a alargar as fronteiras do seu império até atingir o Egito.
O império assírio conheceu o período de maior glória e prosperidade com o rei Assurbanipal (1240/630 A.C). O rei cobrava pesados impostos dos povos vencidos, o que os levou a revoltar-se constantemente.
Ainda no reinado de Assurbanipal, os babilônicos se libertaram em 626 A.C, e dominaram Nínive. Com a morte de Assurbanipal, a decadência do império assírio se acentuou e em 610 A.C, o império caiu nas mãos de invasores.
A escrita dos assírios consistia na escrita cuneiforme – símbolos cunhados com estiletes em tabuletas de argila. Na cidade de Nínive descobriu-se o grande número de escritos cuneiformes na biblioteca de Assurbanipal, o que possibilitou aos historiadores o conhecimento da história dos assírios.
Os Caldeus. Texto do aluno Luis Felipe do 6º ano da Escola Degrau.

Pirataria e Colônia. Texto dos alunos : Moíse, Moshe Berkes e Yossef Ytaschak da Escola Beit Menachem
A pirataria é um assalto em alto mar, e existe desde que o homem conquistou o mar em busca de novas terras.
A idéia de novas terras a serem conquistadas, desbravadas, colonizadas e exploradas fez com que os países como Portugal e Espanha no século XV, aprimorassem suas técnicas de navegação em busca de um Novo Mundo. As novas colônias e riquezas descobertas enchiam os olhos de outros conquistadores, e assim, os monarcas, principalmente holandeses e franceses, ficavam sempre alertas por qualquer possibilidade de tomar de assalto esses navios e contratavam piratas para realizar o serviço. Foi dessa maneira que o conde Ristolelê realizou a maior aventura de sua vida.
Numa tarde ensolarada, o navio de Ristolelê acompanhado de outras seis naus, saíram do Brasil – colônia, abarrotado de pau-brasil rumo à Portugal. O navio já viajava há uma semana, a viagem corria tranqüila até que avistaram navios piratas.Os marinheiros tentaram desviar, mas os piratas eram rápidos demais.
A batalha teve inicio. Era bala de canhão para tudo que é lado. Os seis navios conseguiram resistir a abordagem, mas um foi invadido, o navio de Ristolelê. Tudo parecia estar perdido, quando então nosso herói saiu empenhando sua espada.
Todos estranharam quando viram Ristolelê bater o pé e dar um berro, e lá se foram dez homens que acabaram capturando o pirata. Eles se entreolharam. O capitão pirata se apresentou com Zigurati: O Destruidor!
Com um momento silencioso e mortal, Zigurati pulou em cima de Ristolelê, que rápido como a luz, desviou e atacou. A luta final começou.
Após horas de intenso duelo, Ristolelê usou o seu golpe super, ultra, hiper, mega combo especial da dupla espada em forma de V aprendido com o mestre Xing Li. Sem chance de defesa, Zigurati esqueceu do golpe e foi rendido, amarrado e posto em uma cadeira no navio para ser julgado pela metrópole portuguesa.
No dia seguinte quando acordou, Ristolelê foi dar um passeio no navio e viu os vestígios da batalha do dia anterior, e olhando para o horizonte ele desejou nunca mais ter que usar o super, ultra, hiper, mega combo golpe da espada em forma de V.
A História de Pessach. Texto da aluna Sofia do 6º ano da Escola Beit Menachem

O Pessach. Texto e desenho do aluno Moshe Berkes do 6º ano da Escola Beit Menachem

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