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28 de maio de 2008

Pirataria e Colônia. Texto dos alunos : Moíse, Moshe Berkes e Yossef Ytaschak da Escola Beit Menachem

A pirataria é um assalto em alto mar, e existe desde que o homem conquistou o mar em busca de novas terras. A idéia de novas terras a serem conquistadas, desbravadas, colonizadas e exploradas fez com que os países como Portugal e Espanha no século XV, aprimorassem suas técnicas de navegação em busca de um Novo Mundo. As novas colônias e riquezas descobertas enchiam os olhos de outros conquistadores, e assim, os monarcas, principalmente holandeses e franceses, ficavam sempre alertas por qualquer possibilidade de tomar de assalto esses navios e contratavam piratas para realizar o serviço. Foi dessa maneira que o conde Ristolelê realizou a maior aventura de sua vida. Numa tarde ensolarada, o navio de Ristolelê acompanhado de outras seis naus, saíram do Brasil – colônia, abarrotado de pau-brasil rumo à Portugal. O navio já viajava há uma semana, a viagem corria tranqüila até que avistaram navios piratas.Os marinheiros tentaram desviar, mas os piratas eram rápidos demais. A batalha teve inicio. Era bala de canhão para tudo que é lado. Os seis navios conseguiram resistir a abordagem, mas um foi invadido, o navio de Ristolelê. Tudo parecia estar perdido, quando então nosso herói saiu empenhando sua espada. Todos estranharam quando viram Ristolelê bater o pé e dar um berro, e lá se foram dez homens que acabaram capturando o pirata. Eles se entreolharam. O capitão pirata se apresentou com Zigurati: O Destruidor! Com um momento silencioso e mortal, Zigurati pulou em cima de Ristolelê, que rápido como a luz, desviou e atacou. A luta final começou. Após horas de intenso duelo, Ristolelê usou o seu golpe super, ultra, hiper, mega combo especial da dupla espada em forma de V aprendido com o mestre Xing Li. Sem chance de defesa, Zigurati esqueceu do golpe e foi rendido, amarrado e posto em uma cadeira no navio para ser julgado pela metrópole portuguesa. No dia seguinte quando acordou, Ristolelê foi dar um passeio no navio e viu os vestígios da batalha do dia anterior, e olhando para o horizonte ele desejou nunca mais ter que usar o super, ultra, hiper, mega combo golpe da espada em forma de V.

2 comentários:

Matheus Vasconcelos disse...

Gostei muito do texto e achei muito interessante.Retrata muito bem a pirataria antiga

Anônimo disse...

OI EU SOU ALUNO DA CLARISSA NO DEGRAU O MEU NOME É IGOR DANTAS SEU TESTO SOBRE A PIRATARIA ANTIGA ESTA MUITO BOM