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2 de dezembro de 2010

Azur e Asmar

Na França, em algum lugar,

Nascia Azur e Asmar:

Azur ,filho de um grande nobre;

Asmar, filho de uma mulher pobre;

Mas Azur cuidado por sua babá

De Janine, adquiriu seu costume e falar

E na Fábula dos Dijins passou a acreditar.

Azur e Asmar começaram a brigar,

Por querer as mesmas coisas

E o pai de Azur, mandou-o estudar em outro lugar

Dispensando Janine e Asmar,

Que não tinham lugar para ficar;

Janine já frustrada ficou magoada

Por Azur ir embora sem dizer nada,

Mas ela não sabia,

Que ele fora proibido,

E triste tinha ficado.

Depois de anos, Azur um jovem forte

Viajou em alto mar, para encontrar

A Fada dos Dijins e com ela se casar

Porém, sua caravela naufragou

E pelas águas foi levado

A uma terra triste e estranha

Ao chegar à terra desconhecida

A terra de sua babá

Onde o gato preto e olhos azuis traziam azar

E Azur, cego decidiu ficar

Foi quando encontrou Caproux

Um homem etnocêntrico e totalmente racista

Tinha também olhos azuis

Caproux tornou-se guia de Azur

Que ao chegar na cidade ouviu uma doce voz

Tranquila e calma, a voz de sua ex-babá

E em sua porta, começou a bater e gritar

Janine lembrou-se de Azur

E o convidou para em sua casa ficar

Os tempos mudaram:

Janine agora uma comerciante grande e forte

E Azur sujo e probre

Mas Janine, como sua mãe,

Banhou, vestiu e o alimentou

Asmar chegou,

E se recusou falar com Azur

E disse que iria se casar com a Fada dos Dijins

Azur também queria ir

E Janine aconselhou-o a falar com os grandes sábios:

O sábio Xaodoha e a Princesa Sossaba

Depois de aconselhar-se com o sábio Xaodoha

E de receber ajuda da pequena e grande princesa

Foi com seu irmão em busca da grande Fada

Depois de passar por vários desafios

Houve uma discussão

Quem se casaria com a Fada dos Dijins?

Chamou a mãe, o sábio, à princesa

E até Caproux, que se ofereceu a casar-se com a Fada

Mas nada adiantou

E a Fada dos Dijins chamou sua prima

Que se apaixonou por Asmar;

Azur casou-se com a Fada dos Dijins;

Caproux casou-se com Janine

E todos ficaram felizes

Mostra-se que independente

Das diferenças culturais ,religiosas e raciais

Devemos respeitar , aceitar

E saber lidar com o diferente

“Pois o diferente é normal”

POESIA: Victor Vieira Nunes (T712)

DESENHOS: Aline Lemos (T701)

2 comentários:

Lily@ disse...

Desenhos feitos por Aline (T:701)

mimi disse...

eu adorei te amo