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13 de março de 2008

12 de março de 2008
Passeio ao Museu Histórico Nacional (Jorge e Matheus – 1º Ano. Escola Degrau)

11 de março de 2008
O QUE OS ALUNOS PENSAM E ESCREVEM SOBRE A HISTÓRIA? LEIA AS MELHORES REFLEXÕES EM POESIAS E TEXTOS!
Nesta sessão especial do Blog Pensando Alto você pode comentar e dialogar com as idéias destes jovens estudantes de História! Não deixe de comentar!
10 de março de 2008
Os Índios (Isabella – 6º ano. Escola Beit Menachem)
9 de março de 2008
Minha Vida (Yossef Yitschak Beuthnor – 6º ano. Escola Beit Menachem)

CURIOSIDADE! Conheça os meses do Calendário Judaíco correspondentes ano de 2008.
Tevet - Janeiro
Shvat - Fevereiro
Adar- Março
Ninam - Abril
Iar - Maio
Sivan - Junho
Tamuz - Julho
Av - Agosto
Elul - Setembro
Tishrei - Outubro
Cheshvan - Novembro
Kislev - Dezembro.
Lembrando que neste calendário todos os meses possuem 30 dias, e para os judeus o ano de 2008 corresponde à 5768
8 de março de 2008
Antecedentes da Idade Média (Arthur Alexandre- 7º ano. Escola Degrau)
No começo, Roma era uma cidade-estado pequena e meio fraca, depois foi se fortalecendo e se expandindo, até que cresceu como império e conquistaram primeiro a Itália, o Egito, o norte da África, o Oriente Médio e uma grande parte da Europa Ocidental.
O império Romano foi destruído, quando vindos do oriente, os diferentes povos bárbaros atacaram juntos quase todas as cidades-estados. No ano de 330, Constantino (imperador romano) criou a cidade de Constantinopla. Essa cidade foi conhecida como a capital do Império Romano Oriental ou Império Bizantino. O império de Bizâncio se tornou independente de Roma, mas o idioma era grego e as leis inspiradas em Roma.
7 de março de 2008
Mês de março: o Rio de Janeiro em Festa! A comemoração do aniversário 441 anos da cidade.

6 de março de 2008
O Cortejo de D. João VI!
No dia 8 de março de 1808 a corte portuguesa desembarca no Brasil, escolhendo o Rio de Janeiro como capital do Império Ultramarino Português. O mito da riqueza e luxo da corte real portuguesa navegava o extenso oceano Atlântico, no entanto após os três meses de viagem e privação os luxos foram tomados por uma epidemia de piolhos, e também pelo calor dos trópicos.
Antes de D. João VI a cidade do Rio de Janeiro não contava com uma estrutura urbana sólida, a economia funcionava em torno da produção da cana de açúcar e do ouro que era escoado pelos portos de Parati beneficiava, assim como, o tráfíco de escravos onde a população de negros africanos que aportavam na Praça Mauá – antigo Valonguinho, mercado de escravos, aumentava cada vez mais, de acordo com a exigência dos colonizadores para todo o trabalho e mão de obra.
A chegada da corte em nada modificou as relações sociais pautadas em hierarquias sociais que privilegiam a nobreza e a escravidão, no entanto, contribuíram para um avanço na estrutura da cidade carioca, que sofreu um grande investimento para alimentar os hábitos da corte real. Casas de banho, o Banco do Brasil, o Jardim Botânico, e acordos que abriram os portos às nações amigas em 1810 possibilitaram ao Rio de Janeiro o aumento da sua função de capitalidade.
A alegria dos cariocas do século XIX foi tamanha em função do encontro com a corte, que muitos antes deste festival de investimentos deixaram suas casas para garantir ao rei melhores instalações sob as siglas de “Príncipe Regente”, onde bem humorados a população traduzia a desgraça por “Ponha-se na Rua”!
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