Havia um casal egípcio que era muito pobre. O marido trabalhava no campo. Mal ganhava para se sustentar porque pagava impostos ao faraó.
Depois de três anos casado, a esposa engravida, e neste mesmo ano, a situação financeira piora.
Certo dia o faraó o chamou e disse:
- Eu te dou um mês para pagar as dívidas, se não conseguir, será colocado numa pirâmide, e só sairá quando alguém pagar suas dividas.
Voltando para casa ele contou tudo a sua esposa. No dia seguinte seu filho nasceu.
Três dias antes do prazo de pagamento das dividas, ele sonhou que uma pessoa havia dado à ele uma pão branco. Quando acordou sabia que teria boa sorte por causa do sonho. Cinco horas da tarde, um casal pobre bateu na porta de sua casa e disse:
- Estamos sabendo que vocês estão devendo ao faraó. Nós não temos filhos. Se vocês quiserem, nós pagaremos suas dividas em troca de seu filho. Mas vocês não poderão revelar que ele algum dia foi seu filho.
Eles concordaram e entregaram o filho em troca do dinheiro. Visitaram o casal muitas vezes, para ver seu filho, mas sem contar o segredo. Eles o cgamaram de Caximba.
Com o passar do tempo Caximba cresceu e começou a tabalhar como escriba e ganhou muito dinheiro.
Depois de vinte anos faleceu de velhice sua mãe adotiva. Se passarm três anos, e seu pai adotivo estava muito doente. Foi então que revelou a Caximba:
- Eu não sou seu pai verdadeiro. Salvei sua vida e a vida de seus pais.
Ele contou toda a história e faleceu.
Sabendo de tudo, Caximba perguntou de casa em casa até descobrir onde morava seu pai verdadeiro. Quando chegou na porta e perguntou:
- Vocês já tiveram um filho?
- Sim. Só que nós o vendemos para salvar a vida dele e a nossa.
De repente o jovem começou a chorar e disse?
- Eu sou este menino!
Eles se abraçaram muito e sentaram para conversar. No mesmo dia todos se mudaram para casa de Caximba e viveram felizes.
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15 de outubro de 2008
O Menino Adotivo – Aluno Moshé Berkes. 6º Ano Escola Beit Menachem
Havia um casal egípcio que era muito pobre. O marido trabalhava no campo. Mal ganhava para se sustentar porque pagava impostos ao faraó.
Depois de três anos casado, a esposa engravida, e neste mesmo ano, a situação financeira piora.
Certo dia o faraó o chamou e disse:
- Eu te dou um mês para pagar as dívidas, se não conseguir, será colocado numa pirâmide, e só sairá quando alguém pagar suas dividas.
Voltando para casa ele contou tudo a sua esposa. No dia seguinte seu filho nasceu.
Três dias antes do prazo de pagamento das dividas, ele sonhou que uma pessoa havia dado à ele uma pão branco. Quando acordou sabia que teria boa sorte por causa do sonho. Cinco horas da tarde, um casal pobre bateu na porta de sua casa e disse:
- Estamos sabendo que vocês estão devendo ao faraó. Nós não temos filhos. Se vocês quiserem, nós pagaremos suas dividas em troca de seu filho. Mas vocês não poderão revelar que ele algum dia foi seu filho.
Eles concordaram e entregaram o filho em troca do dinheiro. Visitaram o casal muitas vezes, para ver seu filho, mas sem contar o segredo. Eles o cgamaram de Caximba.
Com o passar do tempo Caximba cresceu e começou a tabalhar como escriba e ganhou muito dinheiro.
Depois de vinte anos faleceu de velhice sua mãe adotiva. Se passarm três anos, e seu pai adotivo estava muito doente. Foi então que revelou a Caximba:
- Eu não sou seu pai verdadeiro. Salvei sua vida e a vida de seus pais.
Ele contou toda a história e faleceu.
Sabendo de tudo, Caximba perguntou de casa em casa até descobrir onde morava seu pai verdadeiro. Quando chegou na porta e perguntou:
- Vocês já tiveram um filho?
- Sim. Só que nós o vendemos para salvar a vida dele e a nossa.
De repente o jovem começou a chorar e disse?
- Eu sou este menino!
Eles se abraçaram muito e sentaram para conversar. No mesmo dia todos se mudaram para casa de Caximba e viveram felizes.
Zuleika – uma egípcia do Egito Antigo. Aluna Danielle. 6º Ano Escola Degrau
Essa mulher é uma egípcia chamada Zulika, que vivia no Egito Antigo. Ela gostava de se pintar, de usar muitas jóias, colares, brincos e uma faixa na cabeça.
Essas roupas, usadas por ela, eram feitas de linho.
Ela usava uma peruca preta em seu cabelo, hábito muito comum no Egito da época.
Zuleika vivia próximo ao Rio Nilo, onde tinham muitos crocodilos, hipopótamos. Mas como bichos de estimação, ela tinha um cachorro, com quem gostava de caçar.
Era uma mulher que trabalhava muito duro, mas também se divertia jogando senet – jogo de tabuleiro muito utilizado pelos antigos egípcios, e cabo de guerra.
Na cidade onde morava, governava o faraó Odimares. Ele era a figura máxima, o rei que representava todos os cidadãos. Ele possuía muitas riquezas e poderes, e se vestia como uma divindade.
Diversidade, e História da África. Aluno Lucas Portocarrero. Escola Degrau 7º Ano.
O Egito não foi a única grande civilização africana. Existiram muitas, que por muito tempo, permaneceram desconhecidas para os historiadores, como os kushitas. Um exemplo de uma grande civilização, que viveu na cidade de Kerma - capital de Núbia, ao sul do rio Nilo.
Os kushitas tinham a pele escura, e sofreram grande influência cultural dos egípcios na Antiguidade. Mas independente das relações cultura, a geografia dos kushitas permitia a utilização das riquezas naturais da região.
Os egípcios eram fascinados nas riquezas dos kushitas, e por isso, invadiram o império de Kerma.
Contudo, a cultura kushita não foi destruída, o império kushita continuou rico e bonito, mas passou a pagar impostos aos egípcios.
Os núbios, vizinhos e inimigos dos egípcios, abandonou durante um tempo as guerras entre eles, optando por construir um novo império. Dessa vez, na capital Napata, mas ao sul do Rio Nilo.
Muitos séculos depois, a capital dos núbios passou a ser Meroe, localizada mais ao sul ainda do rio Nilo. Meroe foi uma ótima capital, pois ela virou um centro de rotas comerciais, unindo o centro da África com o mar Mediterrâneo.
No século IX, o Oriente Médio e o norte da África não era o suficiente para deter a expansão islâmica. Os mulçumanos conquistaram Sudão, conhecido naquela época com ótima terra para o plantio.
Uma outra cultura viveu no centro do Sudão. Os hauças falavam uma só língua e a maioria seguia o islamismo. Esta sociedade ficou famosas pelo seu poderoso artesanato, famoso em toda a África, e até em uma pequena parte da Europa. Diante das guerras, os hauças foram assimilados, posteriormente, pelos os turcos e os europeus, que atacaram e dominaram todo o norte da África.
Muitos hauças foram escravizadas. Alguns eram mandadas para Portugal, e outros vendidos no Brasil como mão de obra para o trabalho nas lavouras de cana de açúcar.
Outro povo conhecido a partir da rota da escravidão na África foram os Iorubás. As etnias eram misturas, mas os iorubas ficaram conhecidos pelo trabalho nos engenhos em diferentes funções.
Contudo, a escravidão no Brasil possibilitou a reconstrução e criação de uma outra cultura africana baseada nos hábitos tradicionais vindos da África. Como fonte de união entre os africanos no Brasil, a religião foi fundamental. O candomblé, por exemplo, preserva hábitos das populações característicos e tradicionais, misturando canto, rituais, dança, batuque e muitas entidades espirituais.
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