
O Renascimento Cultural se caracterizou por um acontecimento típico da Europa cujo principio se encontrava no resgate da arquitetura, arte e cultura grego-romana, por meio da valorização de anseios hedonistas e naturalistas, focalizando os temas abordados com o realismo humano, contribuindo para o florescimento de um estilo descrito popularizado pelos conceitos de individualismo e humanismo.
A idéia humanista esteve mais relacionada a estudos científicos de artistas como Leonardo da Vinci. Os artistas do século XIV e XV, como Vinci, estavam interessados em conhecer e descobrir novas visões de mundo, onde procuravam se afastar do teocentrismo, carregado pelo pensamento medieval cristão. A Igreja pregava o conhecimento religioso como o único meio de justificativas verídicas para explicação das dúvidas sobre o mundo, a fé, a natureza, a filosofia, restringindo a critica e observação. O surgimento de artistas que buscaram no empirismo descobertas e conhecimentos que contribuíram para transformações que se desdobraram em ciências.
Neste período as artes floresceram em toda a Europa como um comércio conhecido como mecenato, por ser financiado pela Igreja. Os mecenas, nobres ou funcionários da Igreja, utilizavam o dinheiro arrecado pelos impostos para comprar pinturas dos artistas renascentistas, que em suas obras exploravam o detalhismo e perfeição do espaço, da cena e dos personagens retratados.
Os renascentistas criticavam a visão de mundo da Igraja. Pintores como Hieronymus Bosh em suas obras procurou expor os pecados da própria Igreja enquanto instituição, por meio do retrato dos pecados que levavam o homem para o inferno, dos excessos dos padres, da loucura como um castigo. Já, Michelangelo que explorou a beleza, a nudez e natureza nos quadros e esculturas de temas religiosos, estava preocupado com a perfeição dos corpos e das formas humanas, e com sua técnica e expressão artística, pintou a Capela Sistina, construída em 15 de agosto de 1483.
A Capela Sistina se encontra na cidade do Vaticano, onde também estão: o palácio de Letrán, a basílica de São João; a basílica de Santa Maria Maior; a basílica de São Pedro, a vila de Castelgandolfo (residência de verão do Papa nas proximidades de Roma); o Colégio de Propaganda Fide; e os palácios da Dataria, da Chancelaria e do Vicariato, a Universidade Gregoriana, o Instituto Bíblico, o Instituto Oriental, o Instituto de Arqueologia cristã. O Vaticano é o menor país do mundo. Ele se tornou independente com o Tratado de Latrão assinado em 1929.
Não deixem de observar as idéias descritas neste artigo através da leitura e análise da Coluna Fatos e Fotos, onde é possível observar as transformações no campo das idéias e da cultura por meio da observação de algumas obras, escultura e monumentos arquitetônicos realizados por artistas da época, e escolhidos para o seu conhecimento pelo Blog Pensado Alto!Boa leitura!