Este relatório conta a evolução do hominídeo através do tempo.
Nossa história começa no tempo em que surgiram os primeiros homens: o que podemos chamar de hominídeos, ou Homo Ergaster. Isso aconteceu a mais ou menos 2,5 milhões de anos atrás.
Os hominídeos se comportavam de maneira mais selvagem, viviam caçando animais para sobreviver, e eram nômades, ou seja, viviam “perambulando” por aí.
Os hominídeos se comunicavam por gestos.
EXTRA! Como verificamos a forma de evolução humana?
A forma de evolução humana se verifica de quatro maneiras: pela postura, pela observação dos ancestrais mais antigos, pelo tamanho do cérebro e pela observação da mandíbula.
Ao longo do tempo, como veremos, suas mandíbulas tomam tamanhos diferentes. O hominídeo, por exemplo, possuía a mandíbula mais forte porque comia carne quase viva.
As armas dos hominídeos quando começaram a serem feitas, eram simplesmente estacas de pedra lascada, o que acabou por se transformar com o tempo e necessidade.
Há 1,7 milhões de anos, um novo descendente do Homo Ergaster surgiu com o nome de Homo Erectus.O surgimento do fogo foi um grande marco na história e o Homo Erectus já sabia dominá-lo. Esta espécie já dominava armas maiores, mas ainda de pedra. Sua postura era menos curvada, mas ainda se comunicava por gestos.
O aparecimento do “Homem de Neanderthal” marca um novo período na História. Estas espécies moravam em cavernas em função do frio do período glacial, caçavam juntos, dividiam os trabalhos e vivendo as primeiras noções de comunidade como elo familiar.
Até agora, estes homens eram considerados os mais espertos da nossa espécie. O Homem de Neanderthal possuía a noção de perda de uma vida, e também de funeral pois eles enterravam seus mortos.
As pinturas rupestres continuam a ser uma incógnita para os cientistas. Os desenhos encontrados nas cavernas de Chavet na França possuem inúmeras leituras, mas ainda não podem ser considerados formas de escritas e sim mecanismos de memórias ou de comunicação, que de fato determinam uma nova representatividade aos elementos da natureza e sua importância para os homens da época.
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28 de maio de 2008
Documentário da Discovery: “O homem pré-histórico vivendo entre as feras, caçar ou ser caçado”.Texto do aluno Paulo Emery do 6º Ano da Escola Degrau.
Este relatório conta a evolução do hominídeo através do tempo.
Nossa história começa no tempo em que surgiram os primeiros homens: o que podemos chamar de hominídeos, ou Homo Ergaster. Isso aconteceu a mais ou menos 2,5 milhões de anos atrás.
Os hominídeos se comportavam de maneira mais selvagem, viviam caçando animais para sobreviver, e eram nômades, ou seja, viviam “perambulando” por aí.
Os hominídeos se comunicavam por gestos.
EXTRA! Como verificamos a forma de evolução humana?
A forma de evolução humana se verifica de quatro maneiras: pela postura, pela observação dos ancestrais mais antigos, pelo tamanho do cérebro e pela observação da mandíbula.
Ao longo do tempo, como veremos, suas mandíbulas tomam tamanhos diferentes. O hominídeo, por exemplo, possuía a mandíbula mais forte porque comia carne quase viva.
As armas dos hominídeos quando começaram a serem feitas, eram simplesmente estacas de pedra lascada, o que acabou por se transformar com o tempo e necessidade.
Há 1,7 milhões de anos, um novo descendente do Homo Ergaster surgiu com o nome de Homo Erectus.O surgimento do fogo foi um grande marco na história e o Homo Erectus já sabia dominá-lo. Esta espécie já dominava armas maiores, mas ainda de pedra. Sua postura era menos curvada, mas ainda se comunicava por gestos.
O aparecimento do “Homem de Neanderthal” marca um novo período na História. Estas espécies moravam em cavernas em função do frio do período glacial, caçavam juntos, dividiam os trabalhos e vivendo as primeiras noções de comunidade como elo familiar.
Até agora, estes homens eram considerados os mais espertos da nossa espécie. O Homem de Neanderthal possuía a noção de perda de uma vida, e também de funeral pois eles enterravam seus mortos.
As pinturas rupestres continuam a ser uma incógnita para os cientistas. Os desenhos encontrados nas cavernas de Chavet na França possuem inúmeras leituras, mas ainda não podem ser considerados formas de escritas e sim mecanismos de memórias ou de comunicação, que de fato determinam uma nova representatividade aos elementos da natureza e sua importância para os homens da época.
A Mesopotâmia. Texto e desenho do aluno Pedro Henrique do 6º Ano da Escola Degrau.
A Mesopotâmia que em grego significa “região entre rios”, está localizada entre os rios Tigre e Eufrates, no sudoeste da Ásia, onde hoje seria a atual região do Iraque. Foi na Mesopotâmia que surgiram importantes invenções como a escrita e a legislação.
Movimentos migratórios acabaram por fazer surgir importantes civilizações, como a dos assírios, sumérios e babilônicos.
Com a terceira dinastia de UR, que incluía a Assíria, completou-se a unificação da Mesopotâmia.
Hamurabi, o mais famaso e poderoso soberano da Babilônia foi também responsável pela unificação da Mesopotâmia. Seu império se estendeu do Golfo Pérsico até o norte da Babilônia, chegando até a Síria. Foi então, que os cassitas derrubaram a dinastia de Hamurabi.
Nos séculos seguintes, a ascenção dos caldeus contribuiu para a queda do poderio da Assíria e para a criação do reino neobabiblônico e Nabopolassar, mas apesar disto, registrou um florescimento cultural em que a literatura, a religião e as tradições sumérias e babilônicas foram preservadas.
Apesar de um grande número de guerras e conflitos pelo poder, observamos principalmente a estruturação do Estado, o surgimento da escrita e o desenvolvimento da economia comercial.
Este desenvolvimento ajudou no crescimento das cidades que serviam também de defesa militar, centralização do poder e controle das populações.
Na Mesopotâmia viveram vários povos como: caldeus, assírios, cassitas, babilônicos, sumérios, e etc.
Os Assírios. Aluno Leonardo 6º ano da Escola Degrau
O povo assírio viveu na antiga Mesopotâmia nos períodos de 1700/610 A.C. A capital do império ficou conhecida como a cidade de Nínive.
Os assírios eram ferozes guerreiros e usaram sua grande força para expandir seu império. Dominando os sumérios, conquistaram grande parte do território, mas logo forma dominados pelos babilônicos. Em 1240 A.C, empreenderam a conquista da Babilônia, e a partir de então começaram a alargar as fronteiras do seu império até atingir o Egito.
O império assírio conheceu o período de maior glória e prosperidade com o rei Assurbanipal (1240/630 A.C). O rei cobrava pesados impostos dos povos vencidos, o que os levou a revoltar-se constantemente.
Ainda no reinado de Assurbanipal, os babilônicos se libertaram em 626 A.C, e dominaram Nínive. Com a morte de Assurbanipal, a decadência do império assírio se acentuou e em 610 A.C, o império caiu nas mãos de invasores.
A escrita dos assírios consistia na escrita cuneiforme – símbolos cunhados com estiletes em tabuletas de argila. Na cidade de Nínive descobriu-se o grande número de escritos cuneiformes na biblioteca de Assurbanipal, o que possibilitou aos historiadores o conhecimento da história dos assírios.
Os Caldeus. Texto do aluno Luis Felipe do 6º ano da Escola Degrau.
Pirataria e Colônia. Texto dos alunos : Moíse, Moshe Berkes e Yossef Ytaschak da Escola Beit Menachem
A pirataria é um assalto em alto mar, e existe desde que o homem conquistou o mar em busca de novas terras.
A idéia de novas terras a serem conquistadas, desbravadas, colonizadas e exploradas fez com que os países como Portugal e Espanha no século XV, aprimorassem suas técnicas de navegação em busca de um Novo Mundo. As novas colônias e riquezas descobertas enchiam os olhos de outros conquistadores, e assim, os monarcas, principalmente holandeses e franceses, ficavam sempre alertas por qualquer possibilidade de tomar de assalto esses navios e contratavam piratas para realizar o serviço. Foi dessa maneira que o conde Ristolelê realizou a maior aventura de sua vida.
Numa tarde ensolarada, o navio de Ristolelê acompanhado de outras seis naus, saíram do Brasil – colônia, abarrotado de pau-brasil rumo à Portugal. O navio já viajava há uma semana, a viagem corria tranqüila até que avistaram navios piratas.Os marinheiros tentaram desviar, mas os piratas eram rápidos demais.
A batalha teve inicio. Era bala de canhão para tudo que é lado. Os seis navios conseguiram resistir a abordagem, mas um foi invadido, o navio de Ristolelê. Tudo parecia estar perdido, quando então nosso herói saiu empenhando sua espada.
Todos estranharam quando viram Ristolelê bater o pé e dar um berro, e lá se foram dez homens que acabaram capturando o pirata. Eles se entreolharam. O capitão pirata se apresentou com Zigurati: O Destruidor!
Com um momento silencioso e mortal, Zigurati pulou em cima de Ristolelê, que rápido como a luz, desviou e atacou. A luta final começou.
Após horas de intenso duelo, Ristolelê usou o seu golpe super, ultra, hiper, mega combo especial da dupla espada em forma de V aprendido com o mestre Xing Li. Sem chance de defesa, Zigurati esqueceu do golpe e foi rendido, amarrado e posto em uma cadeira no navio para ser julgado pela metrópole portuguesa.
No dia seguinte quando acordou, Ristolelê foi dar um passeio no navio e viu os vestígios da batalha do dia anterior, e olhando para o horizonte ele desejou nunca mais ter que usar o super, ultra, hiper, mega combo golpe da espada em forma de V.
A História de Pessach. Texto da aluna Sofia do 6º ano da Escola Beit Menachem
O Pessach. Texto e desenho do aluno Moshe Berkes do 6º ano da Escola Beit Menachem
A palavra Pessach significa pulo, ou seja, quando D’us foi matar os primogênitos pulou a casa dos judeus.
Um dia antes do Pessach, à noite, nós fazemos a procura do chamet (fermento). Omo isso é feito? Nós pegamos 10 pães duros e colocamos dentro de um saquinho e escondemos pela casa. Depois são pegos uma colher de madeira, uma vela e uma saco. Ascendemos a vela e fazemos uma benção para começar a procurar pela casa os chamets.
No outro dia de manhã é queimado o chamet e nós fazemos uma outra benção.
Os elementos do seder de Pessach – o que se come durante o Pessach: nós temos a Matsá que lembra o pão que os judeus fizeram antes de sair do Egito e que não deu tempo de fermentar.
A Agadá é um livro que conta toda a história da saída dos judeus do Egito. Nós temos quatro copos de vinho que significam as quatro linguagens de redenção.
Á mesa se organizam: três Matsá, um ovo que é comido,um pescoço de galinha tostado que não é comido, duas raízes fortes com erva amarga que nos lembra o trabalho pesado que os judeus fizeram, uma pasta de nozes, uma cebola ou batata, frutas e vinho. Todas as comidas lembram o sacrifício da escravidão.
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