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15 de setembro de 2009

A vida de Cleópatra Por Maria Eduarda, Escola Degrau, 6º Ano.

Olá! Sou Sarah e fui uma das servas de Cleópatra. Cleópatra foi quem dominou o Egito após Roma ter invadido aquele país. Nesta época ela era uma menina de 17 anos, e muito vaidosa. Eu,pessoalmente, cuidava de todos os seus pertences. Cleópatra tinha muitas jóias, e gostava muito de pedras preciosas como: diamantes, esmeraldas, safiras. Seus familiares sempre lhe presenteava com jóias raras. Era uma mais linda que a outra! Cleópatra sempre usou sua beleza para conquistar o que ela queria. E foi assim que conseguiu o trono de rainha do Egito. Eu presenciei muitas brigas entre ela e seus irmãos. Ela sempre teve uma personalidade forte, as vezes me tratava mal com suas palavras grosseiras, que me magoavam muito. Quando Cleópatra viajou para Roma, ela conheceu seu amante Julio César de uma forma muito ousada. Ela embrulhou-se para presente em um tapete para ele. Era eu quem estava com ela quando seu primeiro filho, Cesariam, nasceu. Fui eu quem a ajudou desde o primeiro dia com o bebê até a morte de Julio César, que foi assassinado em Roma. Depois da morte de César, Cleópatra se envolveu com Marco Antonio, um senador de Roma, e com ele teve dois filhos. Foi com Marco Antonio que ela recuperou antigas terras em Roma. Por onde passava, deixava sua marca de ambição. Vivi momentos ao seu lado de muitos sofrimentos, como a morte de seus irmãos Berenice IV e Ptolomeu XVI, com quem foi casada para tornar-se rainha. Quando digo sofrimento, penso em mim por ter vivenciado esses fatos, pois para Cleópatra, o poder era muito mais importante. Não posso deixar de dizer que Cleópatra era muito inteligente, dominava várias línguas e amava o Egito. Participei com ela de muitas batalhas, conquistas e perdas, e numa dessas perdas foi onde ela fugiu com medo da ira dos romanos. Neste momento surgiram rumores que ela havia se suicidado. Como não estava com Marco Antonio, ele ficou sabendo da morte de sua amada e se desesperou enfiando uma espada em seu próprio peito. Marco Antonio foi levado para Cleópatra morrendo nos braços dela. Pouco tempo depois, Cleópatra morreu com 39 anos, sendo a última rainha do Egito. Alguns dizem que ela se suicidou com o veneno de cobra em protesto de seu amor perdido, o que eu sei, é que essa não é a única história de vida dessa inesquecível mulher e verdadeiro mito do Egito.

Escola Beit Menachem 7º Ano aluno Yossef Beuthner O tomate e sua história

Oriundo entre a região andina entre Bolívia e Equador, o tomate espalhou-se até a América Central e o México, de onde os espanhóis o levaram por volta de 1523 para a Espanha, e daí para o resto da Europa, e através do oceano Pacífico, para o Oriente.Na Europa, o tomate primeiro transformou-se em planta ornamental, enfeitando os jardins e hortas da região mediterrânea, durante os séculos XVI e XVII, passando a ser consumido como alimento somente no século XVIII. Da mesma família da batata, do fumo, do pimentão e da beladona, o vegetal foi considerado pelos europeus como alimento indigesto, inferior e perigoso, produto do diabo, mas também foi chamado de afrodisíaco pelos franceses que o denominaram de “maçã do amor” (pomme d’amour). Os primeiros europeus a comer tomate foram os italianos, a partir de 1707, que o chamaram de pomodoro: “maçã de ouro”. No inicio os italianos utilizavam o tomate apenas para as saladas, como faziam com os pepinos, acompanhado de sal, pimentão e azeite. Depois aprenderam a aproveita-lo como ingrediente básico dos famosos molhos que acompanhavam as massas e que hoje são uma das marcas mais conhecidas da culinária italiana. Atualmente, o tomate é uma fruta consumida no mundo inteiro, sendo utilizado como hortaliça e tempero. Na Ásia os maiores produtores são os chineses e os russos; na África os egípcios; na Europa os espanhóis e os italianos; na América os norte americanos, os mexicanos e brasileiros.

13 de agosto de 2009

Os Navegadores do século XV. Relatos e diário de bordo de europeus que viveram neste período!

A atividade dos "Navegadores do século XV" realizada na Escola Beit Menachem, com o 7o. ano, consistiu em uma dinâmica onde o aluno vivencia no teatro e no trabalho lúdico o ambiente histórico e as expeiências dos navegadares europeus aprendidas em sala de aula, por meio da criação de um diário de bordo. Rotas, monstros, medos, ilhas desconhecidas e habitantes de culturas diferentes são contados pelos alunos como histórias que procuraram reconstrtuir a rotina de um personagem de época. Confiram!